Perguntas Frequentes

É o aparelho utilizado pela HepatoScan para identificar problemas hepáticos de forma segura e não invasiva. Seu software, CAP, permite quantificar a gordura no fígado, sem a necessidade de uma biópsia ou outros exames.

Em torno de 30 minutos.

Sim, jejum completo de 2 horas.

Não. O FibroScan® é um exame não invasivo e indolor.

Não. É totalmente indolor.

Sim, o paciente já sai da sala com o laudo do exame.

Sinta-se à vontade para vir acompanhado, mas não é obrigatório.

É um processo de cicatrização que representa uma resposta do fígado frente a uma agressão, que pode ser em decorrência de gordura, do vírus da hepatite C, do vírus da hepatite B, de medicamentos, de doenças autoimunes, entre outras. É muito importante determinar o estágio da fibrose hepática, uma vez que torna possível prever o desenvolvimento da doença e a progressão dela para cirrose.

Não. Existem diversos tipos. Os pacientes podem apresentar sintomas parecidos ou até mesmo não apresentar qualquer queixa. Todos os casos, independentemente da causa, têm que ter avaliação médica. Muitos pacientes podem se beneficiar da avaliação através do FibroScan®.

Sim, consulte a lista completa na área de convênios.

Sim. O exame não interfere nas atividades do paciente.

A Ultrassonografia vê a forma, o tamanho e os vasos do fígado; já a elastografia avalia o grau de comprometimento do fígado (fibrose) e consegue, através de um programa exclusivo do FibroScan®, que se chama CAP, quantificar a gordura depositada no fígado. Esses exames podem se complementar, mas nem sempre precisam ser feitos em conjunto. Quem decidirá qual exame deve ser feito, será sempre seu médico.

A elastografia hepática não faz o diagnóstico de câncer. É um exame que avalia a elasticidade hepática, importante para avaliação do grau de fibrose do fígado, sendo importante no manejo das hepatopatias crônicas.

A elastrografia hepática pode avaliar doenças como hepatite, gordura no fígado, cirrose, colangite esclerosante primária, hemocromatose e doença de Wilson. Além de diagnosticar e identificar a gravidade das doenças do fígado, o exame pode ser utilizado para avaliar o sucesso do tratamento, pois consegue identificar a melhora ou piora do tecido hepático.

Sim. Substitui a biópsia para avaliação do grau de fibrose do fígado e também para avaliação da Esteatose hepática. Procedimento muito usado nos pacientes portadores de hepatite viral C.

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